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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Projeto inclui capoeira na escola

Foto: Arquivo do projeto

Levar a capoeira como prática da cultura afro-brasileira às escolas é a meta principal do projeto “A capoeira como conteúdo na Escola Estadual Senador João Bosco – Parintins/AM”. A ação é coordenada pelos professores Marcelo Radicchi e Patrícia Trindade em parceria com acadêmicos do curso de Educação Física.

O objetivo é proporcionar aos alunos da escola de ensino médio experiências teóricas e práticas com a capoeira didática no conteúdo nas aulas de Educação Física.

Atuação do projeto

Inicialmente, o projeto realizou um curso de capacitação aos acadêmicos participantes, aos professores de educação física e demais professores interessados. O objetivo deste curso foi oferecer uma visão básica referente à capoeira entendida em seu contexto histórico e cultural, com vistas à capacitação dos discentes e professores para o trabalho da temática em sala de aula.

Segundo o professor Marcelo Radicchi, a capoeira encontra-se em processo de inserção nas escolas, em especial como conteúdo da cultura corporal de movimentos a ser trabalhada nas aulas de Educação Física, tendo como base diversas iniciativas oficiais que tem estimulado esta inserção, tais como os Parâmetros Curriculares Nacionais e a Lei n° 10.639/2003 que trata da “obrigatoriedade do ensino da história e da cultura afro-brasileira nos ensino fundamental e médio”.

As reuniões com os acadêmicos ocorrem todas as sextas feiras, das 19h às 22h, no ICSEZ.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Escolas indígenas do Uaicurapá constroem Projeto Político Pedagógico

Foto: socioambiental.org
Os novos desafios da Educação apontam para um ensino baseado em conhecimentos e saberes, na articulação de quatro alicerces que são: aprender a conhecer, a fazer, a viver e a ser. Baseados nesses conceitos, o projeto “Elaboração do Projeto Político Pedagógico das Escolas Indígenas do Uaicurapá”, coordenado pelos professores Ignês Tereza Peixoto de Paiva e Renato Izidoro da Silva, integra professores, gestores, alunos e comunitários das Escolas Indígenas do Uaicurapá. A ação visa discutir a elaboração do Projeto Político-Pedagógico e a relação com a gestão autônoma da escola. Essa medida é produto da aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB 9394/96), que prevê a autonomia pedagógica e a participação da comunidade na gestão escolar.

O projeto está desenvolvendo nas Escolas Indígenas do Uaicurapá debates sobre a articulação das dimensões administrativas, pedagógicas e comunitárias para a elaboração do (PPP), com atenção da necessidade de se planejar o desenvolvimento da escola, com intervenções responsáveis e conscientes em benefício da comunidade escolar. As atividades são realizadas por meio de oficinas, aulas expositivas dialogadas, seminários e debates. Os encontros estão acontecendo aos sábados e domingos no horário de 8h às 17h nas Escolas Indígenas do rio Uaicurapá.

Projeto deve reconhecer valores tradicionais

A educação escolar do povo Sateré-Mawé está sendo construída na interrelação com a história do contexto cultural das suas comunidades, a fim de reconhecer e valorizar suas crenças, seus valores e conhecimentos tradicionais no processo de construção do seu Projeto Político-Pedagógico. A idéia parte de uma concepção participativa e dialógica da educação, onde todos os professores, lideranças e comunidades atuarão como sujeitos históricos e protagonistas na construção de um projeto em coerência com seus interesses e necessidades particulares. Com o projeto político-pedagógico espera-se contribuir para reafirmação da cultura Sateré-Mawé.

 

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Projeto combate violência sexual


Ilustração: divulgação





O projeto “A escola como espaço de enfrentamento à violência sexual infanto-juvenil: intervenção sócio-educativa é o tema da ação de extensão desenvolvida pelo curso de Serviço Social na Escola Municipal Irmã Cristine no município de Parintins. O projeto ocorre entre os meses de abril e julho de 2011. As atividades desenvolvidas serão participativas e terão, além dos docentes e discentes da UFAM, a participação da diretora, professores e alunos da escola em questão, contribuindo para a prevenção do abuso e exploração sexual e comercial de crianças e adolescentes no município.

Crianças e adolescentes com idades entre 12 a 18 anos são o público-alvo da ação, que é coordenada pelas professoras do curso de Serviço Social, Dayana Cury Rolim e Andreza Gomes Weil.  A diretora da escola, Bernadete Lopes de Souza, sinalizou que vem ocorrendo vários casos de violência sexual com os alunos, sendo de grande importância a orientação de ações que devem ser tomadas quando as crianças estão em situação de risco ou mesmo quando já ocorreram situações de violência sexual, e como proceder à notificação das autoridades competentes sobre a ocorrência da violência sexual.

As atividades previstas envolverão duas oficinas e duas palestras com debates em torno de temas relativos ao abuso e violência sexual, duas exibições de filmes sobre a violência sexual com discussão em grupos, treinamento dos professores para notificar as suspeitas ou ocorrências de casos de violência sexual e confecção de cartazes e cartilhas que serão disponibilizados na escola para que o combate à violência sexual contra crianças e adolescentes possa continuar após a conclusão do projeto.

O projeto ocorrerá nas dependências da Escola Municipal Irmã Cristine no bairro Itaúna II, às quartas-feiras, das 09h às 11h30.